ORAÇÃO NA IGREJA DOS PASTORINHOS, MONTIJO

Setembro 13th, 2020

Será sempre no 3º Domingo do mês

O PADRE LEO ATENDE NA IGREJA MATRIZ

Setembro 13th, 2020

O Padre Leo atende as pessoas na IGREJA MATRIZ: foi preparado um espaço adequado para este fim. (Já não é no Seminário Scalabrini)

Quando:
– na quarta-feira, das 09h às 12h e na parte da tarde, depois da oração (sé é possível faça a marcação para evitar esperas).
– também noutros momentos (por marcação)

Contudo, neste tempo de pandemia, o Padre Leo continua a atender por telefone (918 529 613) ou WhatsApp ou por e-mail, pelo.orlando@gmail.com

IGREJA MATRIZ de Amora “Nossa Senhora do Monte Sião” perto do Cemitério e da Junta de Freguesia de Amora, Rua 1º de Maio, Adro da Igreja.

ORAÇÃO na Igreja SCALABRINI e na Igreja Matriz

Agosto 13th, 2020

A HORA SANTA DA DIVINA MISERICÓRDIA VAI RECOMEÇAR

Recomeça a ORAÇÃO da sexta-feira na IGREJA SCALABRINI, Cruz de Pau, Amora, Rua do Minho. É uma igreja espaçosa que permite observar as normas de segurança social. Uso de máscaras e desinfecção.
Padre Leone Orlando (Padre Leo)

A ORAÇÃO DURANTE A SEMANA, segunda, quarta e quinta-feira, às 15h NA IGREJA MATRIZ de Amora “Nossa Senhora do Monte Sião” perto do Cemitério e da Junta de Freguesia de Amora, Rua 1º de Maio, Adro da Igreja.

Consulte a página do Padre Leo: www.padreleo.org
As transmissões em directo encontram-se no Youtube – Paróquia Amora https://www.youtube.com/feed/my_videos

ATENDIMENTO NA IGREJA MATRIZ
O Padre Leo atende as pessoas na IGREJA MATRIZ: foi preparado um espaço adequado para este fim.

Quando:
– na quarta-feira, das 09h às 12h e na parte da tarde, depois da oração (sé é possível faça a marcação para evitar esperas).
– também noutros momentos (por marcação, telemóvel ou e-mail)

O Padre Leo continua a atender por telefone (918 529 613) ou WhatsApp ou por e-mail, pelo.orlando@gmail.com

O valor sempre actual dos Salmos

Agosto 13th, 2020

«O mesmo Espírito Santo, que inspirou os salmistas continua a assistir com a Sua inspiração, com a Sua graça, todos aqueles que animados pela fé e boa vontade, salmodiam estes sagrados hinos». (Instrução Geral sobre a Liturgia das Horas, 102). Com os salmos, o Espírito Santo vem ao encontro da nossa fraqueza e nos ensina a orar, pois nem sequer sabemos o que dizer. Com os Salmos, o Espírito Santo nos abre caminho da oração, numa aprendizagem contínua.

O valor actual dos Salmos

Os cinco livros dos Salmos

Agosto 13th, 2020

O Livro dos Salmos contém na realidade cinco livros ou cinco repartições, tal como os cinco Livros da Lei ou Pentatéuco (Génesis, Êxodo, Levítico, Números, Deuteronómio): o Livro do Saltério ou dos Salmos é Palavra de Deus, o próprio Deus nos ensina e nos ajuda a meditar e a folar com Ele.
Nos salmos toda a vida humana torna-se oração. Neles encontramos amigos e inimigos, justos e ímpios, a saúde e a doença, a dor e a alegria, o pecado e a misericórdia, as vaidades do mundo e a sabedoria de Deus, a vida e a morte. Deus conhece o nosso coração, fala-nos e nos ajuda a falar com Ele.
O cinco livros dos Salmos

Os Salmos, Palavra de Deus

Agosto 13th, 2020

A palavra «salmo» significa «cântico» ou «louvor». O Livro dos Salmos é o «Livro dos Louvores», ou do «Saltério». São «poemas» escritos por diversos autores, ao longo de quase setecentos anos (1.000 e 300 a.C.), cantados na liturgia do Templo e nas sinagogas e agora estão recolhidos no Livro dos Salmos. São poemas antigos e constituem uma obra-prima de oração do Antigo Testamento. Contêm uma cultura diferente da nossa, por isso, exigem um estudo para os intender correctamente.(Catecismos da Igreja Católica – CIC 2585).

Leia o artigo completo: A oração dos Salmos

Exame de Consciência

Agosto 9th, 2020

Poderão encontrar aqui um exame de Consciência para preparar a Confissão Sacramental ou Sacramento da Reconciliação.
Exame de consciência

Se Deus é bom porque existe o mal?

Agosto 6th, 2020

Deus é o Senhor e Criador de tudo e de todos. Todas as criaturas manifestam a infinita grandeza do Seu Criador: harmonia, bondade, beleza, grandeza e santidade. «Deus é amor» (1Jo 4,8) e tudo sustenta com a Sua Infinita Providência (Sab 11, 24-26; Heb 4,13). O Catecismo da Igreja Católica afirma que o mundo foi criado para a glória de Deus e que, sendo Ele o Criador, não aumenta a Sua glória, mas a manifesta e a comunica para a nossa felicidade (CIC 293).
Deus criou o homem a «sua própria imagem e semelhança» (Gen 3,13). Ele é «o ponto culminante da obra da criação» (Gen 1,26) (CIC 343). Colocou-o nesse jardim, no «paraíso terrestre» (Gn 2,4-25), para que vivesse em perfeita harmonia com a criação e nada nada lhe faltasse para ser feliz. Deus criou o mundo em processo de perfeição para que o homem, com o seu trabalho o levasse à perfeição. Deu confiou ao homem toda a criação. O Salmo 8 canta a grandeza do homem que Deus «fez um pouco inferior aos anjos, coroado de honra e glória, para dominar sobre toda a criação (Sl 8, 5-8).

O homem é um «ser livre»
Deus leva à sério o livre arbítrio das suas criaturas até ao ponto de permitir que elas se revoltem contra o Seu Criador. Deus respeita todas as escolhas dos homens. Quando são viradas para o mal, Deus não impede as suas consequências negativas, mas faz que também elas sejam proveitosas para o seu crescimento. Por outro lado, Deus abençoa o bem e faz que seja fecundo de bons frutos.

Deus permite o pecado para ajudar o nosso crescimento.
O profeta Oseias dá uma imagem poderosa de Deus, cheia de ternura: é como um pai que ensina ao filho a caminhar, acompanha-o sempre, mas não impede que ele caia, mas o ajuda a levantar-se para que apreenda a caminhar sozinho. Assim todos aprendemos através dos erros, uma aprendizagem que dura toda a vida. Deus, por amor, deu-nos a vida. Fomos gerados no ceio materno e confiados à ternura de uma família. Mesmo em casais separados ou divorciados, o amor paterno e materno subsiste, em condições por vezes muito difíceis e complicadas, mas o pai e mãe não desistem. Muitas vezes, os avós intervêm nesta missão.
Nascemos, mas depois temos de crescer. Passamos pelo tempo da infância, da puberdade, da adolescência, da juventude até chegarmos à idade adulta, até deixar pai e mãe para constituir uma nova família. Muitos erros acontecem durante este processo de crescimento, pois, é através dos erros que todos apreendemos.

As limitações do crescimento humano, este apreender através dos erros, explicam, embora só em parte, o mal que existe no mundo. Muitos males são devidos às limitações do nosso crescimento humano. Deus actua sempre, na Carta aos Hebreus encontramos a seguinte afirmação: «Deus trata-nos como filhos, e qual é o filho a quem o pai não corrige» (Heb 12,7). «Como um pai educa seu filho, assim Deus educa seu povo» (Dt 8,5).

Agradecer com as nossas obras

Julho 19th, 2020

São Paulo dizia aos cristãos: «Quem semeia pouco, também pouco colherá; mas quem semeia com generosidade, com generosidade também colherá. Cada um dê como dispôs em seu coração, sem tristeza nem constrangimento, pois Deus ama a quem dá com alegria. E Deus tem poder para vos cumular de toda a espécie de graça, para que, tendo sempre e em tudo quanto vos é necessário, ainda vos sobre para as boas obras de todo o género. Como está escrito: distribuiu, deu aos pobres; a sua justiça permanece para sempre». (2Cor 9,6-15)

Fazemos um exemplo. Um conferencista, recebeu muitos cumprimentos pela sua intervenção e durante o convívio alguém lhe entregou um envelope. Ele agradeceu, colocou-o no bolso e esqueceu-se dele. Quando chegou a casa começou a esvaziar os bolsos e viu aquele envelope; lá dentro estava um cheque de doze mil euros. Sem hesitar, pegou naquele cheque e deu-o a um homem pobre que havia conhecido há pouco tempo e que tinha doze filhos. Já tinha perdido três filhos porque comiam do lixo e bebiam água contaminada.
Esse homem, assim, conseguiu cuidar da sua família e ajudar também seus vizinhos.

Qual teria sido a minha reacção? E a tua reacção? Teríamos nós a capacidade de partilhar? Com certeza que, aquele conferencista se tivesse ficado com aquele dinheiro não teria cometido nenhum pecado. Ele não estava obrigado a dar aquele dinheiro aos pobres, mas o deu. Esta história pode não ser verdadeira mas, no entanto, ajuda-nos a reconhecer que muitas vezes estamos mais preocupados a satisfazer os nossos desejos do que a pensar em ajudar os outros. A vontade de Deus é que partilhemos, que pensemos nos outros e não apenas em nós próprios. Agora, para ajudarmos os outros, não devemos esperar que alguém coloque um cheque de doze mil euros no nosso bolso, podemos fazê-lo em qualquer momento. Sermos generosos como é o Senhor é generoso para connosco e partilhar, é uma forma muito especial de manifestar a nossa gratidão.

«Um dia, Jesus observava as pessoas que deixavam suas ofertas no cofre do tesouro do templo. Levantando os olhos, viu os ricos a deitarem lá as suas ofertas. Viu também uma viúva pobre deitar lá apenas duas moedinhas e disse: Em verdade vos digo que esta viúva pobre deitou mais do que todos os outros; pois eles deitaram no tesouro do que lhes sobejava, enquanto ela, da sua indigência, deitou tudo o que tinha para viver» (Lc 21,1-4).

A gratidão é criativa, inspira gestos de amor e carinho sem limites. Os ricos deram o que lhes sobejava, aquela pobre viúva deu tudo o que tinha. Deu tudo porque confiava em Deus e na Sua infinita providência.

Agradecer também pelas fraquezas

Julho 19th, 2020

Podemos agradecer a Deus também pelos nossos pecados, mas é necessário reconhece-los, arrepender-se, pedir perdão e reparar. Arrepender-se, tentar reparar as consequências negativas dos nossos pecados é sinal de amor. Arrepender-se, confiar em Deus, fazer o bem é uma estratégia muito eficaz para impedirmos que o mal tome posse de nós. É sinal da presença de Deus na nossa vida. Porque então não agradecer-Lhe pela força que Ele nos dá.

Se amamos a Deus, encontramos sempre motivos para Lhe agradecer. Se temos a consciência dos nossos pecados e nos tornamos mais humildes é um grande dom de Deus. Se temos a capacidade de aprender através dos erros, é dom de Deus. Se temos a vontade de nos emendarmos, é dom de Deus. Se temos força par corrigirmos o nosso comportamento, é sinal do amor de Deus na nossa vida.

Se reconhecermos as nossas fraquezas e fragilidades, mas não desanimamos porque confiamos em Deus, este é mais um sinal da Sua Presença na nossa vida. Porque não agradecer-Lhe?

Deus é um Pai bom e misericordioso sempre pronto a nos perdoar, por isso, podemos reconhecer os nossos pecados com serenidade, sem nos sentirmos humilhados, antes, no mesmo instante que os reconhecemos, Ele nos acolhe com amor e nos perdoa. O Seu perdão restaura em nós o que estava partido e enche-nos de paz. Ele fortalece a nossa vontade evitarmos o mal e fazermos o bem. Tudo isso, é sinal de que estamos vivos interiormente, de que Deus está presente e opera na nossa vida. Porque não agradecer-Lhe?

A experiência da nossa fraqueza ajuda-nos a compreender melhor os outros. Porque não agradecer ao Senhor também pela capacidade que Ele nos dá de compreender os outros? Além disso, depois do pecado, Ele nos dá o Seu perdão. A Sua graça torna-nos mais fortes contra o mal: a antiga serpente não nos pode surpreender repentinamente. Porque não agradecer-Lhe pela força que Ele nos dá?

Se não encontramos a paz dentro de nós é porque a consciência nos chama à atenção. Ter uma consciência viva, sensível, é um outro sinal da presença do Senhor na nossa vida. Então, porque não agradecer-Lhe?

Podemos agradecer ao Senhor por tudo, também pelas fraquezas, não para ficarmos nelas, mas sim, para as superarmos. Arrepender-se, depois de uma falta, é o primeiro passo para não voltar a cair. A Sua bondade dá-nos uma grande força para vencermos o mal e fazermos o bem. Temos de agradecer o Senhor!

Somos pecadores, mas, se em lugar de desanimarmos, escolhemos confiar no Senhor e pedir a Sua ajuda, nos tornamos mais fortes contra o mal. Se reconhecermos os nossos pecados e pedimos perdão é dom de Deus. Se temos um coração humilde e sincero, isto muito agrada ao Senhor, é sinal de que nos deixamos iluminar pela Verdade e não nos permitimos que o mal nos escravize. A confiança, a humildade e a sinceridade são sinais da presença de Deus na nossa vida. Porque não agradecer ao Senhor por tudo isso?

A pessoa que agradece é humilde porque se deixa iluminar pela verdade e nunca desanima porque confia na bondade de Deus.

«Bendiz, ó minha alma, o Senhor e não esqueças todos os seus benefícios. É Ele que perdoa as tuas culpas e cura todas as tuas enfermidades. É Ele que resgata a tua vida do túmulo e te coroa de graças e bondade. É Ele quem acumula de bens a tua existência. O Senhor é misericordioso e compassivo, não está sempre a repreender. Não nos tratou segundo os nossos pecados, nem nos castigou segundo as nossas culpas. Como o pai se compadece dos filhos, assim o Senhor se compadece dos que o temem. Ele conhece de que somos formados … Os nossos dias são como o feno, mas a sua graça dura para sempre. Bendizei ao Senhor, todas as suas obras, bendiz, ó minha alma, o Senhor» (do Salmo 103).

«Bendirei o Senhor em todo o tempo; o seu louvor estará sempre nos meus lábios. Saboreai e vede como o Senhor é bom, feliz o homem que Nele se refugia. Temei o Senhor, vós os Seus santos, porque nada falta àqueles que O temem». (do Salmo 34).