João Batista Scalabrini será proclamado Santo

Nós, os Missionários Scalabrinianos, que trabalhamos em Portugal desde 1971, comunicamos com grande alegria que o nosso fundador, o Bem-aventurado João Batista Scalabrini, será venerado como santo. A data da cerimônia de canonização será comunicada pelo Papa Francisco.

Como Missionários Scalabrinianos sentimo-nos ainda mais responsáveis em manter vivo o carisma do nosso fundador ao serviço dos migrantes, contruindo entre eles a fraternidade, valorizando sua singularidade e diversidade. Agora os migrantes têm um pai e um patrono a quem recorrer nos momentos difíceis, para que ele possa implorar a proteção de Deus e dirija seu olhar de predileção sobre os pequenos e os marginalizados. Preparemo-nos para o grande evento e que o Senhor nos torne dignos dessa graça para sermos instrumentos dóceis a serviço da comunhão daqueles que estão longe e dispersos.

Oh, Bem-aventurado João Batista Scalabrini,
com o coração de Bispo e fervor de Apóstolo,
tu te fizeste tudo a todos.
Escutaste o clamor dos migrantes,
falaste em seu nome, defendeste os seus direitos.
A Eucaristia foi o teu sustento, A Cruz o teu refujo,
Maria, Mãe da igreja, o teu conforto.
Por tua intercessão,
Deus, que Pai, Filho e Espírito Santo,
conceda a paz a toda a humanidade,
proteja os que cruzam mares e fronteiras,
apoiados na esperança.
Abençoe-nos a nós a aos nossos familiares
e concede-nos a graça que confiantes te pedimos.
Amém

João Batista Scalabrini, nasceu em Fino Mornasco (Como, Italia) em 8 de Julho de 1839. Terceiro filho de Luís e Colomba Scalabrini. Recebeu de seus pais una sólida educação cristã. A sua espiritualidade inspirou-se naquela de São Carlos Borromeu: o Crucifixo, a Eucaristia e a devoção à Virgem Maria. Foi o fundador dos Missionários e das Missionárias de São Carlos (Scalabrinianos) para os Migrantes.

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Os artigos são em língua portuguesa.

Deus é «Amor»

O apóstolo São João afirma: «Deus é Amor» (1 Jo 4, 8, 16). Não diz simplesmente que «Deus ama», mas que «Deus é amor»: o amor constitui a própria essência de Deus (CIC 221). Revelou-nos que Ele próprio é Comunidade de Amor»: Pai, Filho e Espírito Santo, e destinou-nos a tomar parte nessa comunhão, agora e por toda a eternidade.

Deus manifestou o Seu amor na grande obra da criação: criou o homem «a Sua própria imagem e semelhança» e lhe confiou o universo para que o aperfeiçoasse com o seu trabalho. Manifestou o Seu amor na história da salvação: escolheu o povo de Israel, libertou-o da escravidão do Egito, conduziu-o à terra prometida, falou-lhe pelos profetas e, na plenitude dos tempos, enviou o Seu Filho Jesus Cristo. No dia de Pentecostes derramou o Espírito Santo, o Espírito de Amor que habita no coração dos seus fiéis.

Deus é Amor
O Amor de Deus no Antigo Testamento
O Amor de Deus no Novo Testamento
O Amor de Deus é Ágape

A oração é «caminho»

A oração é como a vida, é um caminho em que temos sempre que aprender. Em todos os recantos da terra há homens e mulheres que se recolhem para a oração. Em cada orante há sentimentos de gratidão, de louvor, de súplica e de arrependimento; há pedidos de ajuda, de graça e de misericórdia; há desejo de construir unidade, fraternidade; há esperança dum mundo melhor, de bondade, de justiça e de paz; há sede de atingir água nas fontes da vida, pois «Quem reza salva-se; quem não reza condena-se». A oração não é um dever, é uma necessidade. Tal como o nosso corpo precisa de alimento assim a nossa alma precisa da oração. Precisamos da oração como o ara que respiramos, se não respiramos, morremos. Se não comemos, adoecemos e morremos. A mesma coisa acontece à nossa alma: sem oração, ela desfalece e morre. Não é Deus que precisa da nossa oração, somos nós que precisamos d’Ele para vivermos: a oração é o alimento da nossa alma.

Jesus ensinou a «orar sempre, sem desfalecer» (Lc 18, 1-8). Deveríamos «orar sempre, sem cessar» porque precisamos de Deus para viver. Não podemos estar sempre em oração, mas podemos dedicar-lhe alguns momentos privilegiados: a oração da manhã e da noite, a meditação diária da Palavra de Deus, a Santa Missa dominical e outros tempos fortes. Existem duas formas de oração: a oração vocal e a oração mental, uma não exclui a outra. A oração vocal é a mais conhecida, é oração das multidões. A oração mental é uma oração silenciosa baseada na escuta da Palavra de Deus e nos movimentos interiores do coração, incluis a meditação e a contemplação (CIC 2705).

A oração é caminho
A oração vocal
A meditação
A contemplação

Homilias de Padre Leo

Somos a imagem de Deus
O jovem rico
O filho prodigo
A mulher sirofenícia
Os dois discípulos de Emaús
O Dogma da Imaculada Conceição de Maria
Festa da Imaculada Conceição de Maria

Quarta-feira cinzas A
Vigiai e orai
Vigiai, pois não sabeis o dia
Exortação ao arrependimento
As tentações de Jesus no deserto
Jesus é tentado no deserto
Jesus na sinagoga de Nazaré
Viver o Tempo de Advento
Noite de Natal do Senhor
O nascimento de Jesus nos evangelhos
Epifania do Senhor
A transfiguração de Jesus
A Transfiguração de Jesus – A
Ascensão do Senhor

Solenidade de Pentecostes-ano-c
A Santíssima Trindade Mistério de Amor
Cristo Rei do Universo
Festa de todos os santos
Que todos sejam um
Jesus na sinagoga de Nazaré
Lançai as redes para a pesca
Não temais os que matam o corpo
Esta é a Vontade d’Aquele que me enviou
Quem se humilha será exaltado
Vinde Comigo e descansai um pouco
A Segunda multiplicação dos pães
As cinco chagas do Senhor
Eu sou o caminho a verdade e a vida
Não sabeis o que pedis
Que todos sejam um
Sal da Terra e Luz do mundo
A parábola do semeador-A
Marta e Maria

ORAÇÃO DA MISERICÓRDIA

CONTACTAR O PADRE LEO

Telemóvel ou WhatsApp (967 317 256)
e-mails – padreleo@sapo.pt – pleo.orlando@gmail.com

ATENDIMENTO
Na Igreja Matriz de Amora, Nossa Senhora do Monte Sião,
Largo da Igreja, 2845-421 Amora.
– Na QUARTA-FEIRA, antes e depois da oração.
– Quinta e Sábado: por marcação.

– Na Sexta: antes depois da oração das 15h, na Igreja Scalabrini (Cruz de Pau, Amora, Rua do Minho)

A Igreja Matriz encontra-se perto da Junta de Freguesia de Amora. Seguir pela rua 1º de Maio e, antes de chegar à Junta da Freguesia de Amora, entrar no Largo da Igreja. (Há lugar para estacionar)
– GPS: 38.628180, 9.118720

Novena a São José

A novena a São José deve ser rezada de 10 a 19 de março em preparação da Solenidade de São José, esposo da Virgem Maria; de 22 de abril a 1º de maio, festa de São José Operário; ou em qualquer altura do ano em devoção a São José; quando precisamos de uma graça especial pela intercessão de São José; e, enfim, para lhe agradecer as graças recebidas.
Com o coração de pai, José amou Jesus. Assim começa a carta apostólica do Papa Francisco por ocasião do 150º aniversário da declaração de São José como santo padroeiro da Igreja universal. Propomos nove dias de meditação orante com José, refletindo sobre alguns pontos desta carta*, cujo objetivo é “aumentar o amor por este grande Santo, para nos sentirmos impelidos a implorar a sua intercessão e para imitarmos as suas virtudes e o seu desvelo”. Com corações de crianças, vamos até José e nos voltamos a ele com confiança. (Papa Francisco)

Novena a São José: Oração inicial
Primeiro dia: São José pai amado
Segundo dia: São José pai na ternura
Terceiro dia: São José pai na obediência
Quarto dia: São José pai no acolhimento
Quinto dia: São José pai na coragem criativa
Sexto dia: São José pai protetor
Setimo dia: São José pai trabalhador
Oitavo dia: São José pai na sombra
Nono dia: São José pai castíssimo
Oração a São José que dorme

Jesus ilumina a solidão do homem

Cristo, Luz e Sentido da solidão do homem – completo

* A SOLIDÃO RADICAL, EXISTENCIAL OU ONTOLÓGICA
A solidão radical ou existencial do homem
Da solidão ontológica à comunhão pessoal

* A SOLIDÃO SUPORTADA OU IMPOSTA
A solidão suportada ou imposta
A solidão da ação
Solidão e liberdade

* JESUS ILUMINA A NOSSA SOLIDÃO
A solidão na pessoa de Cristo
A solidão do Getsémani

* SOLIDÃO HUMANA FONTE DE COMUNHÃO
Da recusa à aceitação
A solidão, fonte de solidariedade e lugar do grande encontro
A solidão que cria comunidade

Os três movimentos da vida espiritual

O recolhimento do coração, inicio da vida espiritual
Os três movimentos da vida espiritual- índice
O primeiro movimento da vida espiritual
O segundo movimento da vida espiritual
Três formas de hospitalidade
O terceiro movimento da vida espiritual

A experiência dolorosa da solidão
A fuga da solidão: a ilusão de solução definitiva
O deserto árido transforma-se em jardim fecundo
O recolhimento do coração, inicio da vida espiritual
A Comunidade como qualidade interior
Interruções que formam a personalidade
A vida reacionária e a resposta criativa
A resposta do coração, compaixão e solidariedade
A ilusão da imortalidade
A oração do coração
A via do peregrino
A oração não é um assunto privado
A Igreja como comunidade de espera