FÉ CRISTÃ E DEMONOLOGIA

Fé cristã e demonologia
A doutrina da Igreja Católica sobre anjos e demónios.

Neste primeiro artigo, perguntas sobre o Adversário, respondemos as seguintes perguntas: O que é um demónio? Como aconteceu a transformação de alguns anjos em demónios? Come entender a grande batalha que houve no Céu (Ap 12,7-9)? Como acabou esta batalha? Qual é a situação atual dos demónios?
Q1-Perguntas sobre o adversário

Neste segundo artigo respondemos as seguintes perguntas: Por quê Deus impôs uma prova os anjos? Porquê é que Deus não lhe retirou a liberdade?
Q2-Porque Deus pôs à prova os anjos

Neste terceiro artigo respondemos as seguintes questões: O que significa o tempo para o mundo angélico? O que pensa um demónio? Como comunicam, qual é a sua linguagem? Os demónios conhecem o futuro? Os demónios são livres de fazer todo o mal que quiserem? Quais são os demónios mais malignos?
Q3-Outras questões sobre os demónios

Neste quarto artigo falamos da ação ordinária do demónio: a tentação
– Podemos saber quando uma tentação vem do demónio? Podemos ser tentados além das nossas forças? Porquê é que o diabo tentou Jesus?
Tentação e pecado
Tentação e perseverança

Neste quinto artigo falamos da ação extraordinário do demónio: o Malefício.
Sobre este tema consulte o caderno do Padre Leo: O malefício existe
Malefícios e feitiços

Neste artigo respondemos as seguintes perguntas: O demônios conhecem os pensamentos dos homens? Conseguem adivinhar o futuro? Conheciam o Mistério da Encarnação? Sabiam que Jesus era o Filho de Deus?
Os magos não conhecem o futuro
O demónio sabia que Jesus era o Filho de Deus?

Neste artigo falamos sobre a condenação eterna dos demónios. Foram poucos ou muitos os anjos que perseveraram na sua rebeldia? Houve anjos que se arrependeram?
A condenação eterna dos demónios

O MAGISTÉRIO DA IGREJA CATÓLICA
Catequeses de Paulo VI de 15 de novembro de 1972
Fé Cristã e demonologia, Congregação da Doutrina da fé, 1975
Catequeses de João Paulo II ano 1986

ARTIGOS IMPORTANTES
George Huber – O diabo, boje
A Luz que vence as trevas – Caderno do Padre Leo
O malefício existe – Caderno do Padre Leo
Principios de Avaliação do Reiki
Astrologia e adivinhação
Os padres da Igreja contra a magia
A Nova Era e o Cristianismo

OS MEIOS DE LIBERTAÇÃO
A libertação é um caminho de conversão
Os meios de libertação na Igreja Católica
Confissão, Comunhão e libertação
Os sacramentais, transmissores da Graça divina

Oração-de-renúncia
Oração-de-Libertação
Orações de libertação

REIKI – Princípios de Avaliação

PRINCÍPIOS DE AVALIAÇÃO DO REIKI COMO TERAPIA ALTERNATIVA
Comissão para a Doutrina da Fé da Conferência Episcopal dos EUA

1. De vez em quando são levantadas questões acerca das diversas terapias alternativas que estão presentes nos Estados Unidos. Por vezes os Bispos são questionados: Qual é a posição da Igreja acerca dessas terapias dessas terapias? A Comissão Episcopal dos Estados Unidos para a Doutrina da Fé preparou este subsídio, com o fim de ajudar os bispos a responder a esta questão.

O Catecismo da Igreja Católica, ao nº 1508, afirma:
O Espírito Santo confere a alguns o carisma especial de poderem curar (1Cor 12, 9.28.30) para manifestar a força da graça do Ressuscitado. Todavia, nem as orações mais fervorosas obtêm sempre a cura de todas as doenças. Assim, São Paulo deve aprender do Senhor que «a minha graça te basta: pois na fraqueza é que a minha força actua plenamente» (2 Cor 12, 9), e que os sofrimentos a suportar podem ter como sentido que «eu complete na minha carne o que falta à paixão de Cristo, em benefício do seu corpo, que é a Igreja» (Cl 1, 24).

Para ler o documento: Princípios de avaliação do Reiki como terapia alternativa