Orar unidos a Jesus, unidos à Igreja

O Catecismo da Igreja Católica ao n. 2741 fala de Jesus que, como Sacerdote Eterno intercede continua por nós junto do Pai. Quando oramos, juntamos a nossa oração à oração de Jesus.

Todos os pedidos de Jesus foram atendidos lá no alto da cruz. Jesu pediu: “Pai perdoa, porque não sabem o que estão a fazer” e foi atendido pelo Pai, porque pela Sua morte recebemos o perdão dos pecados e com a sua ressurreição temos como herança a vida eterna.

Jesus é o nosso grande intercessor junto do Pai, uma oração incessante, tal como fez durante toda a sua vida sobre a terra, diz a Carta aos Hebreus: “O nos dias da Sua vida terrena, Jesus apresentou orações e súplica, com grande clamor e lágrimas, Àquele que o podia salvar da morte e foi atendido pela Sua piedade (Heb 5, 7-9).

Jesus, mesmo sendo o Filho, aprendeu a obediência, por aquilo que Ele mesmo sofreu. Ofereceu a Sua vida com um sacrifício agradável ao Pai, e assim tornou-se, Sacerdote de uma Aliança Eterna, causa de salvação para todos aqueles que lhe obedecem.

Jesus não cessa de interceder por nós junto do Pai. Ele orou durante a sua vida terrena e continua a orar no Céu como Sacerdote Eterno.

Jesus orou com confiança filial, e nos convida a ter a mesma confiança filial. Quando oramos, juntamos as nossas orações à Sua incessante intercessão, oramos com a mesma confiança filial que Ele nos ensinou.

Se a nossa oração estiver unida à oração de Jesus com aquela confiança e audácia filial, que Ele ensinou, obteremos do Pai tudo o que pedirmos em seu nome, em nome de Jesus, e o Pai nos dará mais, muito mais: o Pai nos dará o Espírito Santo que inclui todos os dons.

A nossa oração pessoal está sempre unida a oração da Igreja, é a oração do Corpo Místico de Cristo. Cada cristão ora sempre unido à Igreja. Assim tudo quanto pedirmos ao Pai em nome de Jesus nos será concedido.

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